Capítulo 4

Enquanto pensava em algo, entra alguém, e escuto sete zunidos e em seguida a parede de seguranças caem no chão e Hector surge em minha frente com sua flecha apontada para Simon.
HECTOR-Onde esta a Ana seu verme?
DYLAN-Acho que ela não pertence mais a você Hector.
HECTOR-Isso é o que veremos Dylan.
Então prendi Simon em uma barra de ferro no suporte do pilar que sustentava a cabine com uma algema, e como um duelo, paramos um na frente do outro e ao puxar seu arco, salto para traz da mesa de escritório fazendo duas das flechas de Hector esbarrar na mesa e a empurrei em direção a Hector que a para com seu pé e pulo em Hector fazendo-o cair e seu arco voar para longe, pronto, Hector sem seu arco não é nada além de um dramático trapaceiro e ignorante, mas Hector monstra um pouquinho de habilidade e escapa por baixo de mim e me coloca de costas no chão, quando de repente chega mais seguranças que nos neutralizam com armas de choque fazendo-nos desmaiar.
SIMON-Acordem seus vagabundos, acharam mesmo que tinham o mínimo de chance de me vencerem? Eu sou Simon, os reis desse mundinho de vocês, e aproveitem a viajem até a arena da morte garotos.
A arena? Não pode ser, eles trancam homens lá dentro para lutarem contra dezenas de homens enormes e fortes que levam vantagens com marretas e barra de ferros, eu e Hector não teríamos a menor chance, mesmo contra minha vontade eu precisaria de Hector para sair de lá vivo, e Hector também sabe, mas é muito orgulhoso para falar.
DYLAN-Hector acorda a gente esta a caminho da arena.
HECTOR-Am? Que arena?
DYLAN-A da morte, a grade do horror Hector.
HECTOR-Não pode, ele não pode fazer isso com a gente.
DYLAN-A gente vai ter que trabalhar juntos agora.
HECTOR-Não, jamais, nunca mesmo.
DYLAN-Não tem escolhas Hector, ou trabalhamos juntos, ou... Ou a gente morre Hector.
HECTOR-Não Dylan, você não sabe o que é sempre ficar em segundo em tudo, nunca ser o melhor, eu fiquei por muito tempo nas suas sombras e agora isso acabou, eu vou ser melhor que você Dylan, você que ficará em segundo, passei minha vida inteira desejando ficar no seu lugar por no mínimo um dia, um misero dia que nunca surgiu, e eu fiz uma promessa que nunca mais iria ser rebaixado para ninguém, não mais.
DYLAN-Hector, eu... Eu lamento, nunca foi minha intensão em momento algum fazer isso, na verdade nem sei como fiz isso, mas... Me desculpa Hector, mas morto você não poderá nem ter uma oportunidade de ser o melhor.
Então abre-se as portas da van no meio da arena e imediatamente avisto uma falha numa das grades que se Hector me ajudar podemos escapar antes de chegarem os gladiadores, então chamo a atenção de Hector e combinamos de sair correndo até a grade e impulsionarei ele para a barra de segurança quebrada no alto no muro e ele me puxara para cima após ele estiver chegado lá, corremos como nunca até a grade impulsionei Hector que pendurou-se na barra de ferro e com os olhares aterrorizados de Simon vendo nossa fuga, ele reage.
SIMON-Soltem os gladiadores agoraaaa!!!
Imediatamente abrace os portões e três homem enormes e super fortes entram correndo em minha direção, Hector me estende as mãos para me puxar, mas não me puxou, olhou bem nos meus olhos e disse.
HECTOR-Desculpa Dylan, mas dessa vez tu perderá.
E sai covardemente correndo novamente, como fui bobo em acreditar que um homem daqueles pudesse me ajudar, e agora, como saírem daqui, ou melhor, como sairei vivo desse lugar.

Capítulo 3

Após toda aquela cena enfim tivemos sossego, podemos parar por um instante para conversarmos, e no meio de tanta conversa, Ana sentiu-se a vontade para me contar tudo sobre sua vida.
DYLAN-Ana, qual o verdadeiro motivo para seguir Hector já que ele é tão arrogante?
Não tive tanta certeza que me responderia, mas, eu sentia que ela não era uma pessoa má como olham quando esta perto de Hector.
ANA-Bom, eu não queria ele como comandante, mas o escolhi porque ela chegou primeiro a você, eu queria ter ido contigo, você era o melhor dentro do jogo, e eu não queria perder, mas, eu nunca quis mal algum a ela, eu não desejava isso por mais que a odiasse, eu, eu apenas segui Hector por falta de escolha, eu podia ter impedido Hector, mas tive medo, desculpa Dylan, mas eu não pude fazer nada.
DYLAN-Nossa, eu, eu não esperava que você fosse assim, quem deve desculpas sou eu, lhe julguei antes de conhecê-la, eu apenas queria sair daqui, não aguento mais isso, essa pressão da morte da Leslie pesa nos meus ombros.
Ana pegou a minha mão ao ver uma lagrima escorrendo em meu rosto, e me puxou lentamente até seu ombro me abraçando forte, eu não pude evitar, pelo mínimo que fosse, eu sentia algo por ela, bem no fundo, mas eu sentia, então levei minha mão ao rosto da Ana e no momento que nossos lábios estavam prestes a se tocarem uma explosão ocorre do lado de fora da barraca, quase ensurdecedor fazendo com que a gente desse um salto e corrêssemos para rua imediatamente para ver o que aconteceu, chegando lá o mesmo grupo que pegou Hector nos achou, puxei imediatamente minha faca, não podiam nos pegar, eu não deixaria, dei um salto para fora certeiro num dos homens, minha faca atingiu direto seu peito, mas agora perdi a faca, restavam dois homens, um deles muito forte, me agarrou e me imprensou contra a barraca e o outro me virou e segurou-me enquanto o outro me batia, as duas mulheres entraram na barraca e puxaram Ana para fora.
DYLAN-Anaaa, soltei ela, não encostem nela, vou matar vocês, eu juro que matarei.
ANA-Dylannn, me ajudaaaa, não encostem em minha suas vadias.
A maior delas da um soco em Ana que desmaia e da àordem para me matarem, e saem carregando Ana, então um dos homens puxa um faca da bota e ao fincar em mim, desviei fazendo com que acertasse minha perna, mesmo morrendo de dor disparo um soco no homem que me segurava, retiro a faca da minha perna e finco-a nas costas do homem maior, e o outro ao se virar para correr, Jack morde sua perna fazendo-o cair no chão, e rapidamente pulo em cima do homem e disparo vários socos quebrando seu nariz e maxilar, mesmo o homem já morto, continuei descontando minha fúria, e só parei quando seu crânio levemente afunda, eu estava com uma perna ferida, não poderia ir atrás dela agora, preciso mais do que nunca achar Simon agora, eu juro que não vou parar até achar Ana, dessa vez não vou falhar.
Passei a noite toda acordado fazendo um curativo na minha perna, ganhei uma faca nessa noite, mas perdi algo mais importante que vou recuperar em breve, um dos homem tinha um colete para armas e facas, aquilo serviria muito bem pra mim, então peguei-o  e vesti o mesmo homem também portava um porta faca para a perna que também peguei, tudo aquilo seria muito útil para mim, Jack ajudou-me muito esse noite, quem diria, um lobo selvagem que salvei, me ajudaria mal me conhecendo, sinto que ganhei um grande companheiro para mim, tudo pronto, parti em direção ao ponto de extração onde estaria Simon e seus seguranças, mas eu não ligava mais, andei por três horas em sentido norte até finalmente chegar no ponto, havia seguranças em toda a parte, seria praticamente impossível entrar, mas eu vou vingar-me dele, sem duvido irei.
Havia uma rampa para o acesso ao elevador onde tinha um segurança que levava três segundo para ir e voltar, assim que o segurança virou-se corri, passei por baixo da grade segurei seu pescoço e o torci puxando-o para fora da grade e escondendo o segurança atrás de uma arvore, voltei correndo para o lugar onde havia matado o segurança, outro guarda abre a porta do elevador onde eu estava escondido ao lado, assim que o segurança saiu de dentro do elevador finquei minha faca duas vezes rapidamente em seu peito fazendo-o cair morto e o arrasto para o lado e entro no elevado, chegando no quarto andar onde estava a cabine que Simon estava, os seguranças já foram alertados, era um problema pelo fato deles terem armas de fogo, isso não me importava mais, meu ódio era maior que tudo, assim que a porta do elevador abriu eu não estava lá, os seguranças entraram no elevador para averiguar, eu havia aberto a tampa de cima do elevador entrado na tubulação, arrastei-me até um certo ponto onde estava sobre Simon e saltei nas costas de Simon com a faca em seu pescoço causando espanto nele, assim que os seguranças voltaram gritei.
DYLAN-Soltem as armas ou essa faca ira atravessar a garganta do querido chefe de vocês.
SIMON-Façam o que ele esta mandando seus idiotas.
Eu sabia que não poderia sair dali impune sozinho, ainda mais com Simon, eu tenho que pensar em algo e rápido.

Capítulo 2

Quase sete da manha, andamos aproximadamente duas horas até acharmos uma frágil casa na beira da floresta, não tivemos nenhum tipo de problema pelo caminho que seguimos saindo do centro da cidade, era um barraquinho simples mais confortável, fazia tempos que não achava algo do tipo para ter um bom sono, infelizmente já era de manha, impossível dormir com o sol batendo no rosto.
ANA-Dylan pretende fica nesse lugar mesmo?
DYLAN-Sim, por que não?
Ana da um suspiro como se não acreditasse que realmente eu estava falando serio quando falei que iria ficar aqui, e fala.
ANA-É que ele é muito perto da floresta, não acha que pode ter algum risco?
DYLAN-É só ficar quietinha e obedecer que não terá risco algum.
E como só havia a gente, Ana não aguenta o tedio e começa a puxar assunto.
ANA-Dylan?
Estava demorando pra isso acontecer, de algum modo já esperava por isso então não fiquei muito surpreso com a Ana puxando assunto comigo.
DYLAN-Oi?
ANA-Posso perguntar uma coisa?
Nessa hora meu coração gelou, eu não imaginava se aceitaria a pergunta, ou se me arrependeria depois, mais resolvi deixar ela fazer a pergunta.
DYLAN-Claro.
ANA-Gostava realmente da Leslie?
DYLAN-Nossa, eu amava ela, a gente sempre jogou muito juntos, mas, nunca achei que o fim de um de nós seria dentro de um jogo de vídeo game, e depois da morte dela eu jurei para mim mesmo que vingaria sua morte, não importa o que possa acontecer.
Ana me encara por alguns segundo e olha para o chão sem reação alguma e respira fundo.
DYLAN-Bom, já que vamos passar essa noite aqui, terei que fazer uma varredura nas redondezas, quer vir junto ou ficará aqui?
No fundo eu queria que ela viesse junto comigo, não seria tão entediante ter uma tagarela falando comigo.
ANA-Claro que eu vou junto, de jeito nenhum vou fica sozinha aqui.
Andamos até certo ponto na floresta até escutarmos latidos, Ana na mesma hora se assustou e dou um pulo para minhas costas e segurou bem firme minha cintura com medo do que poderia ser, andamos um pouquinho em direção aos latidos e se deparamos com um cachorro, mais especificadamente um lobo enorme ferido por uma onça pintada faminta, ela queria o filhote do lobo, já tinha ferido gravemente o lobo era só pegar seu filhote, eu não podia permitir isso, então quando me preparei para subir numa arvore, Ana fala sussurrando.
 ANA-Dylan? Você esta louco? Não pode subir ai pra salvar um filhote de lobo selvagem.
Quase na metade da arvore eu paro de escalar e olho para Ana e gesticulo como se estivesse falando com minha mão para ela e faço uma careta como se estivesse falando “blá blá blá”e fui de galho em galho até estar sobre a onça, quando ela se preparou para atacar o pobre filhote eu me atiro e no ar puxo minha faca de caça e com um golpe errado acerto de raspão o abdômen do animal que com o susto da um salto para trás, essa minha atitude pode acaba com a minha vida, não tenho como fugir, terei que tentar a sorte agora, ao puxar minha faca da cintura ela não estava lá, como vou sobreviver agora ? De repente a onça pula em mim, e caído no chão com os olhos fechados e a onça sobre mim eu noto que não sofri um aranhão e a onça estava morta,  foi Ana, com um arremesso certeiro na cabeça da onça quando ela estava no ar, e Ana surge no meu lado.
ANA-Seu doente mental tu que se mata em? Tem meios mais fácies pra conseguir isso, agora se levanta desse chão e vamos pra aquele barraco duma vez antes que te enfie essa faca na barriga.
Arregalei meus olhos para Ana, estava surpreso pela reação dela e pela habilidade com arremessos que ela tem, então peguei o filhote do lobo porque ele precisava de cuidados com uma das patas quebradas, e comecei a seguir Ana até o barraco, chegando lá, monto um tipo de berço com as palhas do lado da casa para largar o filhote e do nada Ana me toca a faca de volta.
ANA-Seu retardado.

Capítulo 1

DYLAN-Ela morreu, não pode te acontecido isso, ela era tudo que eu tinha, e agora como vou conseguir continuar? Maldito Hector Fleming e aquela vadia da sua seguidora a Ana, eu não posso parar agora eu sei que a historia que eu tinha com a Leslie era a melhor coisa que eu já tive na vida, mas agora eu estou sozinho e sei que ela não ia querer que eu morresse tentando proteger seu falecido corpo atirado dentro desse maldito jogo, não, ela não iria querer isso então peguei seu corpo e o escondi em baixo de um carro, eu queria poder falar com Simon antes dele ter me colocado aqui dentro, mas perdi essa oportunidade quando tive a chance, mas ele esta me esperando no próximo ponto de extração, eu sou um dos melhores nesse jogo, ainda mais agora que ele é real e eu posso morrer aqui dentro, mas não, não vou morrer aqui, eu preciso acreditar se não quem ira acreditar nisso? Passado das duas da manha eu já posso continuar minha jornada, eu creio que onde Leslie estiver ela vai esta bem, agora preciso ir, adeus Leslie, em breve te encontrarei novamente.
Seguindo em frente, com meus olhos cheios de lagrimas e abalado por ter perdido ela, eu quase não consigo mais caminhar, eu desmoronei num canto em um beco escuro com pichações preenchendo quase toda a parede, estiquei minha jaqueta no chão e deitei ali mesmo, dois minutos depois eu praticamente desmaiei, escuto uma voz me chamando.
LESLIE-Dylan, eu estou aqui, é só me proteger você sabe onde ele esta onde ele esta se escondendo é só me salvar.
Instantes depois uma flecha é disparada por Hector, uma flecha certeira no peito de Leslie, e Hector sai correndo, covardemente fugindo, e comecei a chorar ajoelhado ao lado dela, e ao abrir meus olhos cheios de lagrimas, ela estava com os olhos abertos cobertos por sangue e depois de alguns instantes segurou meu braço fortemente, me machucando, e começa a sussurrar com uma voz calma, doce e extensa e fala.
LESLIE-Dylannnn, era só me salvar, você me amava Dylan, por que não me salvou?
E sem acreditar, com meus olhos brilhando, eu falo.
DYLAN-Mas Leslie, eu não pude fazer nada, eu não tive chance, me perdoa Leslie, por favor, eu peço.
E Leslie me abraça, olha nos meus olhos e quando vai me beijar eu acordo com uma voz.
HECTOR-Vasculhe tudo Ana, não deixe nada passar, seus olhos maus treinados e frágeis não são confiáveis.
E surge uma risada assustadora, não havia duvidas, era Hector, me levantei correndo e preparei minha faca de caça para o ataque, mas eu não atacaria sem correr riscos, mesmo com minha raiva e ódio subindo rapidamente quase me dominando e imaginando que a morte da Leslie pode ser minha culpa, eu sabia que não conseguiria vingar sua morte e seria facilmente atingindo pela flecha de Hector, se ele não estivesse perto o suficiente para conseguir ataca-lo, eu seria um homem morto, destinado a um futuro de fracasso e dor por não ter conseguido, de repente chega um grupo com três homens e duas mulheres procurando por suprimentos para conseguir resistir mais uma noite, eram três homens altos, pelo jeito, muito bem treinados e as duas mulher, uma baixa com uma pistola na mão e a outra alta e atlética, pelo jeito era a guia deles pela ordem que ela dava para o resto do grupo, mas Hector estava na rua ainda e não havia percebido a chegada deles, agora não era mais eu que estou correndo perigo, e sim Hector, eu permaneci quieto no beco sem mexer um musculo, e um grito surge.
HECTOR-Não encostem em mim, me soltem, anaaaaa.
Mas Ana sem pensa muito saiu correndo sem olhar pra trás e meu coração disparou, eu estava sem reação nenhuma eu não podia ajudar, na verdade eu não queria ajudar ele, eu sei que eles iriam lhe machucarem muito, muito mesmo, e depois surgem gritos abafados, como se tivessem colocado algo para tampar sua boca para que ele não pudesse mais pedir ajuda, mas Ana é só uma menina, eu não posso deixar pegar ela, eu sei o que eles fariam, eles a machucariam muito, então no instante que ela passou pelo beco eu a puxo e tampo sua boca, e com o susto que a garota tomou, tentou gritar e logo se acalma quando teve certeza que não iria a machucar.
O grupo se separa para buscar a garota que fugiu e permanecem mais alguns minutos no local ate até a líder deles falar.
-Vamos continuar a jornada, ela não pode ter ido longe, no caminho a encontramos.
O grupo sai andando de vagar, sem pressa de deixar o local, como se não tivessem preocupados com mais nada além deles mesmos, quando o grupo sai das nossas vistam eu solto Ana devagar e com cuidado, e ela fala.
ANA-Dylan? Por que me salvou? Afinal de contas Hector matou Leslie, e eu sou uma das seguidoras dele.
Eu respiro fundo, sem nenhuma resposta para dar a ela, mas no impulso respondo.
DYLAN-Eu te ajudei porque de algum modo vi nos seus olhos assustados durante a morte de Leslie de que não era isso que desejava e que apenas estava junto com Hector, e que não podia fazer nada.
A garota me olha com se eu fosse louco por falar isso, depois de alguns segundo ela levanta e diz.
ANA-Eu não gosto da sua cara, tu é maluco.
E da três passos para fora do beco, e eu falo.
DYLAN-Bom, esta sozinha não é? Seria uma pena se o grupo por acaso te achasse por ai e você estivesse sozinha, indefessa não é? Ana da alguns passos e para, e começa a pensar, eu não falei aquilo porque gostasse dela, mas daria no mínimo uma opção a ela de escolher se realmente queria seguir sozinha indefesa, ela é uma garota esperta, logo virou para mim e me encarou por alguns segundos, respirou fundo e falou.
ANA-Então senhor Dylan, para onde vamos?
Dei um sorrisinho de canto e falo.
DYLAN-Vamos encontrar um amigo no ponto de extração, preciso trocar um papinho com ele.